O que têm em comum Luís Figo, Paulo Sousa, Rui Costa, Chalana, Quaresma, C.Ronaldo, Futre, Hugo Leal, João V Pinto, Vítor Baía, Simão Sabrosa, etc.?
Luis Figo - estreou-se no Sporting com 17 anos
Paulo Sousa - estreou-se no Benfica com 17 anos
Rui Costa - estreou-se no Benfica com 19 anos
Chalana - estreou-se no Benfica com 17 anos
Quaresma - estreou-se no Sporting com 17 anos
Cristiano Ronaldo - estreou-se no Sporting com 17 anos
Futre - estreou-se no Sporting com 17 anos
Hugo Leal - estreou-se no Benfica com 16 anos
João Vieira Pinto - estreou-se no Boavista com 17 anos
Vitor Baia - estreou-se no FCPorto com 19 anos
Simão Sabrosa - estreou-se no Sporting com 17 anos
Esta é apenas uma pequenina análise - podíamos falar de muitos outros nomes que espalham sucesso e magia no futebol Mundial e que tiveram origem na formação em Portugal.
Como sabem venho aqui falar do Benfica e então não me convenço que é cedo para dar oportunidades a jovens como o Miguel Victor, Roderick, Miguel Rosa, o Yartey (grande temporada está a fazer no Beira-Mar), o Nélson Oliveira ou Saná?
Precisam de ajuda? Claro que sim...
Precisam de tempo? Claro que sim...
Precisam de apoio? Claro que sim...
Precisam de paciência? Claro que sim...
Precisam de crescer? Claro que sim...
E o Keirrison, o Sidnei, o Airton, o Kardec, o Oscar (?), Éder Luiz(?)etc. precisam do quê?
Obviamente que não pode "aparecer" mais que um (no máximo dois) por ano no plantel... mas têm qualidade para aparecer, isso têm.
Porque hei-de dar tudo isso a esses estrangeiros sem eira nem beira que mais não servem do que para dar dinheiro a empresários e dirigentes e com sorte aproveita-se um... e continuar a despediçar o talento, determinação e trabalho dos nossos jovens formados no Seixal?
Os dirigente dizem que são apostas de futuro...Se querem apostar no futuro... apostem nos jovens formados no clube e apostem em manter os jogadores que já fazem parte do plantel...
Só uma pequena informação, enquanto contratamos Airton... diz-se por Inglaterra que o Arsenal anda de olho em... Yebda!
Obviamente que chegar um ou outro desses jogadores de vez em quando, não é erro nenhum. Antes pelo contrário. Mas aos camiões???? Não Obrigado - nunca mais de um por época.
Depois temos ainda o que vos falei no tópico anterior... Jogadores como Ruben Micael, João Aurélio, João Pereira, Sereno, etc... que dizem nunca têm valor para sair do Braga, Nacional, Rio Ave, Guimarães, etc para um grande.
Mas depois vão buscar o Shaffer, o Patric ou o Menezes ao cú do Mundo para ocupar o lugar desses jovens portgueses carregados de potencial.
Fundamentalista? talvez... mas venha o primeiro que em prove que vale mais a pena apostar no Kardec do que no Nélson Oliveira, no Patric do que no João Pereira, no Shaffer do que no Ruben Lima, no Menezes do que no Micael, no Balboa do que no João Aurélio, no Oscar do que no Yartey ou no Miguel Rosa, etc. etc. etc.
A boa campanha que o Benfica está a fazer esta época, não apaga estas situações que eu considero prejudiciais ao clube. Mas quem sou eu?
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Perspectivas
Duas perspectivas, dois factos, duas preocupações:
Lucho Gonzalez
Parece que a não será este a excepção que confirmará a regra. Também Lucho, tal como 99% dos jogadores que passaram mais de dois anos sob os métodos da "amarelinha do Povoas", quando sai do FCPorto... o seu destino seguinte é: As Lesões!
Pois é! O corpo humano é assim mesmo... quando se "vicia" em certas doses, em dificuldades em reagir sem elas. É a chamada ressaca... ou para os jornalistas é a formula milagrosa que faz com que a mega-organização do FCPorto consiga potenciar ao máximo os jogadores, como nenhum clube no Mundo faz. Tretas... DOPING, meus caros!
Ruben Micael
Ponto prévio: Deveria ter sido contratado pelo Benfica este ano (em vez do Filipe Menezes). Será um erro não o contratar em Janeiro... como será um erro não o contratar em cada oportunidade que passe. Cada dia que deixarmos este jogador no Nacional ou a caminho de outro Clube... é uma oportunidade perdida.
Mas o que me traz a falar dele é a preocupação sobre a perspectiva que os jogadores fora do Benfica constroem do meu Clube, atentem ao que Ruben Micael confidencia sobre Nene (actual responsável pela formação do SLBenfica) e o Benfica em entrevista ao DN:
"Há uma coisa que muito pouca gente sabe: quando estava nos iniciados, fui a Lisboa e fiz testes no Benfica. Mais tarde, já juvenil, responsáveis do Sporting viram-me jogar, gostaram e até disseram que se fosse um ano mais novo ficariam comigo. No Benfica, o senhor que me avaliou disse simplesmente que nunca seria jogador de futebol na vida."
Quem foi o "senhor do Benfica"?
Nené.
Erros de avaliação/casting aos 14 anos? Obviamente... são mais que muitos e continuarão a existir! O que está em causa nesta perspectiva de Ruben Micael não é chamar incompetente ao Nene (sim, ainda que não o considere a melhor opção para o cargo - longe disso).
O que está REALMENTE em causa é que, o Benfica há muito que deveria ter "apagado" este episódio da cabeça do Ruben Micael, mantendo com o jogador uma relação próxima e de confiança que pudesse potenciar - se o futuro assim o desejasse - uma possível transferência.
Esta é outra vertente do futebol do Benfica! O Benfica que saber ser "oportunistas" e criar uma teia relacional que potencie informação privilegiada e uma rede de contactos que nos coloque em posição favorável face à concorrência quando precisamos de "atacar".
Isto deve ser feito ao nível de jogadores de outras equipas, treinadores e dirigentes. O que actualmente faz é precisamente o inverso: Vive fechado no seu Mundo e acreditam (os dirigentes) que são os "reis da cocada" e quando querem todos têm que lhes "abrir as perninhas". Errado! Nada de mais errado.
... Ou se calhar, fazem tudo isto sim... mas com os empresários estrangeiros que enriquecem à conta do Benfica e ajudam uns e outros também a enriquecer com os Kardecs, Airtons, Menezes, Keirrisons, etc.... Deixando caminho livre para manter no esquecimento outros como Nelson Oliveira, Saná, Miguel Rosa, Carvalhas, David Simão, Yartey... ou para encaminhar para os nossos rivais outros como João Pereira, Varela, Rolando, João Aurélio ou Ruben Micael.
O que têm em comum estes jogadores? São portugueses ou formados no Benfica... e não dão dinheiro aos "amigos" e patrões do futebol.
Lucho Gonzalez
Parece que a não será este a excepção que confirmará a regra. Também Lucho, tal como 99% dos jogadores que passaram mais de dois anos sob os métodos da "amarelinha do Povoas", quando sai do FCPorto... o seu destino seguinte é: As Lesões!
Pois é! O corpo humano é assim mesmo... quando se "vicia" em certas doses, em dificuldades em reagir sem elas. É a chamada ressaca... ou para os jornalistas é a formula milagrosa que faz com que a mega-organização do FCPorto consiga potenciar ao máximo os jogadores, como nenhum clube no Mundo faz. Tretas... DOPING, meus caros!
Ruben Micael
Ponto prévio: Deveria ter sido contratado pelo Benfica este ano (em vez do Filipe Menezes). Será um erro não o contratar em Janeiro... como será um erro não o contratar em cada oportunidade que passe. Cada dia que deixarmos este jogador no Nacional ou a caminho de outro Clube... é uma oportunidade perdida.
Mas o que me traz a falar dele é a preocupação sobre a perspectiva que os jogadores fora do Benfica constroem do meu Clube, atentem ao que Ruben Micael confidencia sobre Nene (actual responsável pela formação do SLBenfica) e o Benfica em entrevista ao DN:
"Há uma coisa que muito pouca gente sabe: quando estava nos iniciados, fui a Lisboa e fiz testes no Benfica. Mais tarde, já juvenil, responsáveis do Sporting viram-me jogar, gostaram e até disseram que se fosse um ano mais novo ficariam comigo. No Benfica, o senhor que me avaliou disse simplesmente que nunca seria jogador de futebol na vida."
Quem foi o "senhor do Benfica"?
Nené.
Erros de avaliação/casting aos 14 anos? Obviamente... são mais que muitos e continuarão a existir! O que está em causa nesta perspectiva de Ruben Micael não é chamar incompetente ao Nene (sim, ainda que não o considere a melhor opção para o cargo - longe disso).
O que está REALMENTE em causa é que, o Benfica há muito que deveria ter "apagado" este episódio da cabeça do Ruben Micael, mantendo com o jogador uma relação próxima e de confiança que pudesse potenciar - se o futuro assim o desejasse - uma possível transferência.
Esta é outra vertente do futebol do Benfica! O Benfica que saber ser "oportunistas" e criar uma teia relacional que potencie informação privilegiada e uma rede de contactos que nos coloque em posição favorável face à concorrência quando precisamos de "atacar".
Isto deve ser feito ao nível de jogadores de outras equipas, treinadores e dirigentes. O que actualmente faz é precisamente o inverso: Vive fechado no seu Mundo e acreditam (os dirigentes) que são os "reis da cocada" e quando querem todos têm que lhes "abrir as perninhas". Errado! Nada de mais errado.
... Ou se calhar, fazem tudo isto sim... mas com os empresários estrangeiros que enriquecem à conta do Benfica e ajudam uns e outros também a enriquecer com os Kardecs, Airtons, Menezes, Keirrisons, etc.... Deixando caminho livre para manter no esquecimento outros como Nelson Oliveira, Saná, Miguel Rosa, Carvalhas, David Simão, Yartey... ou para encaminhar para os nossos rivais outros como João Pereira, Varela, Rolando, João Aurélio ou Ruben Micael.
O que têm em comum estes jogadores? São portugueses ou formados no Benfica... e não dão dinheiro aos "amigos" e patrões do futebol.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Um pontapé nas aspirações...
Temos bons jogadores mas ainda falta qualquer coisinha...
Um golo fortuito obtido nos últimos instantes da partida não pode fazer esquecer, nem a medíocre exibição do Benfica, nem, sobretudo, a perda de dois importantíssimos pontos num momento crucial do campeonato. E há que dizer desde já que, mau grado todos os azares que o perseguiram ao longo da noite, o Benfica tem principalmente de se queixar de si próprio por não ter alcançado a vitória de que precisava.
Não se entende a forma como os encarnados entraram em campo. A passividade, a displicência e a sobranceria evidenciadas nesses minutos iniciais chegaram a ser chocantes, e acabaram por ter a consequência esperada. Lembrei-me várias vezes do jogo da Trofa, que significou o princípio do fim do Benfica de Quique Flores, e ainda me interrogo como é possível a equipa da Luz continuar a protagonizar este tipo de abordagem competitiva em jogos que - sabe-se perfeitamente - obrigam a total disponibilidade física e mental, contra adversários extremamente agressivos, provocadores e dispostos a deixar a pele em campo para agradar a muita gente (própria e não só).
Para além de todo o défice de dinamismo e de concentração revelado pelo Benfica, e do qual os golos dos algarvios são excelente exemplo, Di Maria resolveu dar um pontapé na sua própria equipa, mostrando que lhe falta ainda muita coisa para ser o jogador que julga ser. Não estava a jogar rigorosamente nada (o que acontece desde há algumas semanas, diga-se), mas ao agredir o adversário e ver o consequente cartão vermelho, deitou por terra a principal vantagem que o Benfica tinha nessa fase do jogo, e que lhe permitiria um olhar diferente sobre a segunda parte. A lesão de Ramires foi mais um golpe duríssimo para os encarnados, e deixou uma vez mais a ideia de que este jogo estava mesmo destinado a correr mal.
Ao longo de toda a segunda parte, o Benfica mostrou uma intrigante incapacidade para dar a volta às circunstâncias da partida. Não construiu desequilíbrios, não criou oportunidades, quase não rematou à baliza. Até final foi sempre uma equipa assustada consigo própria e com o jogo, não conseguindo superar os problemas que o Olhanense lhe foi colocando, sobretudo no preenchimento dos espaços à frente da sua área, onde ficou totalmente manietado. Jogou com muitos avançados, mas a inspiração era nula, e a organização também não parecia ser a melhor. Além de que o empenho chegou tarde demais. Se exceptuarmos as prestações de Maxi Pereira e Fábio Coentrão (os mais regulares, ainda que muito longe de qualquer brilhantismo), mais ninguém denotava discernimento para tentar, ao menos, pegar no jogo e buscar o golo com decisão.
O empate surgiu quando já não ninguém esperava – nem se justificava -, e acaba por minimizar os danos de uma noite de bruxas. Mas os contornos desta partida não podem, sob vários pontos de vista, deixar de lançar algumas dúvidas sobre o verdadeiro estofo do Benfica para chegar ao título. Quer em termos físicos, quer em termos mentais, pois o cenário montado em Olhão, à semelhança do que ocorrera em Braga, vai seguramente voltar a repetir-se noutros campos e com outros protagonistas. Sem lhes saber resistir, como pareceu ficar claro, não haverá campeão na Luz.
Para o jogo com o FC Porto Jesus não vai poder contar com Ramires, Ruben Amorim, Di Maria e Fábio Coentrão, o que, estou em crer, vai obrigar a uma alteração táctica (eventualmente um losango mais fechado, com Carlos Martins e Felipe Menezes como interiores). O jogo será diferente, mas temo que venha a ser fortemente condicionado por estas ausências.
Resta referir que a arbitragem foi a possível, num jogo complicadíssimo de dirigir, carregado de casos de indisciplina e de provocações constantes entre os jogadores (tal como, aliás, se esperava). Não foi uma arbitragem perfeita (por exemplo, o primeiro golo do Olhanense nasce de um livre inexistente), mas não creio que tenha sido por causa dela que o Benfica não ganhou.
Um golo fortuito obtido nos últimos instantes da partida não pode fazer esquecer, nem a medíocre exibição do Benfica, nem, sobretudo, a perda de dois importantíssimos pontos num momento crucial do campeonato. E há que dizer desde já que, mau grado todos os azares que o perseguiram ao longo da noite, o Benfica tem principalmente de se queixar de si próprio por não ter alcançado a vitória de que precisava.
Não se entende a forma como os encarnados entraram em campo. A passividade, a displicência e a sobranceria evidenciadas nesses minutos iniciais chegaram a ser chocantes, e acabaram por ter a consequência esperada. Lembrei-me várias vezes do jogo da Trofa, que significou o princípio do fim do Benfica de Quique Flores, e ainda me interrogo como é possível a equipa da Luz continuar a protagonizar este tipo de abordagem competitiva em jogos que - sabe-se perfeitamente - obrigam a total disponibilidade física e mental, contra adversários extremamente agressivos, provocadores e dispostos a deixar a pele em campo para agradar a muita gente (própria e não só).
Para além de todo o défice de dinamismo e de concentração revelado pelo Benfica, e do qual os golos dos algarvios são excelente exemplo, Di Maria resolveu dar um pontapé na sua própria equipa, mostrando que lhe falta ainda muita coisa para ser o jogador que julga ser. Não estava a jogar rigorosamente nada (o que acontece desde há algumas semanas, diga-se), mas ao agredir o adversário e ver o consequente cartão vermelho, deitou por terra a principal vantagem que o Benfica tinha nessa fase do jogo, e que lhe permitiria um olhar diferente sobre a segunda parte. A lesão de Ramires foi mais um golpe duríssimo para os encarnados, e deixou uma vez mais a ideia de que este jogo estava mesmo destinado a correr mal.
Ao longo de toda a segunda parte, o Benfica mostrou uma intrigante incapacidade para dar a volta às circunstâncias da partida. Não construiu desequilíbrios, não criou oportunidades, quase não rematou à baliza. Até final foi sempre uma equipa assustada consigo própria e com o jogo, não conseguindo superar os problemas que o Olhanense lhe foi colocando, sobretudo no preenchimento dos espaços à frente da sua área, onde ficou totalmente manietado. Jogou com muitos avançados, mas a inspiração era nula, e a organização também não parecia ser a melhor. Além de que o empenho chegou tarde demais. Se exceptuarmos as prestações de Maxi Pereira e Fábio Coentrão (os mais regulares, ainda que muito longe de qualquer brilhantismo), mais ninguém denotava discernimento para tentar, ao menos, pegar no jogo e buscar o golo com decisão.
O empate surgiu quando já não ninguém esperava – nem se justificava -, e acaba por minimizar os danos de uma noite de bruxas. Mas os contornos desta partida não podem, sob vários pontos de vista, deixar de lançar algumas dúvidas sobre o verdadeiro estofo do Benfica para chegar ao título. Quer em termos físicos, quer em termos mentais, pois o cenário montado em Olhão, à semelhança do que ocorrera em Braga, vai seguramente voltar a repetir-se noutros campos e com outros protagonistas. Sem lhes saber resistir, como pareceu ficar claro, não haverá campeão na Luz.
Para o jogo com o FC Porto Jesus não vai poder contar com Ramires, Ruben Amorim, Di Maria e Fábio Coentrão, o que, estou em crer, vai obrigar a uma alteração táctica (eventualmente um losango mais fechado, com Carlos Martins e Felipe Menezes como interiores). O jogo será diferente, mas temo que venha a ser fortemente condicionado por estas ausências.
Resta referir que a arbitragem foi a possível, num jogo complicadíssimo de dirigir, carregado de casos de indisciplina e de provocações constantes entre os jogadores (tal como, aliás, se esperava). Não foi uma arbitragem perfeita (por exemplo, o primeiro golo do Olhanense nasce de um livre inexistente), mas não creio que tenha sido por causa dela que o Benfica não ganhou.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
O hino do adeus ao Paulo Bento
Ora viva a todos,
Não sei se vocês ouvem a Rádio Comercial. Como praticamente em todas as rádios, o programa da manhã da comercial tem o seu quê de humor matinal. Paulo Bento era um dos icones deste programa, qualquer coisinha que o treinador do Sporting dissesse ou fizesse era logo motivo de sátira por parte de um tipo chamado Vasco Palmeirim. Um jovem que dizem ser um grande talento da rádio portuguesa. Já há muito tempo que o ouço e considero que o rapaz tem bastante criatividade.
Vasco Palmeirim, que até é Sportinguista, fez este hino de homenagem ao Paulo Bento, aquando da sua demissão... tenham atenção à letra. :D
Não sei se vocês ouvem a Rádio Comercial. Como praticamente em todas as rádios, o programa da manhã da comercial tem o seu quê de humor matinal. Paulo Bento era um dos icones deste programa, qualquer coisinha que o treinador do Sporting dissesse ou fizesse era logo motivo de sátira por parte de um tipo chamado Vasco Palmeirim. Um jovem que dizem ser um grande talento da rádio portuguesa. Já há muito tempo que o ouço e considero que o rapaz tem bastante criatividade.
Vasco Palmeirim, que até é Sportinguista, fez este hino de homenagem ao Paulo Bento, aquando da sua demissão... tenham atenção à letra. :D
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Tabela classificativa
E que tal colocar uma coisa destas aqui pelo estaminé?
Infelizmente não há espaço suficiente para esta tabela classificativa, mas o site para onde aponta possibilita o uso de widgets mais apropriados para o uso em blogs. Se precisarem de ajuda, avisem.
Infelizmente não há espaço suficiente para esta tabela classificativa, mas o site para onde aponta possibilita o uso de widgets mais apropriados para o uso em blogs. Se precisarem de ajuda, avisem.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Olhã(o), mais um a ser sustentado!
Não é novidade para ninguém que o ponto alto da época de qualquer clube da 1ª Divisão é o dia em que recebe, no seu estádio, o Sport Lisboa e Benfica. Não é presunção, é um facto. É o dia em que salvamos (ou sustentamos) esses clubes, é o dia em que os jogadores podem receber o salário do mês. Ou meses. Sim, meses. Com os preços praticados pelo Olhanense, os salários dos seus atletas deverão estar assegurados até Março.
O clube satélite e submisso do porto no sul de Portugal (para além do Setúbal) pratica preços proibitivos e que mereciam bancadas vazias. Mais uma forma de tentar afastar os adeptos do Benfica da sua equipa.
Para o jogo com o Benfica, os preços que serão praticados são os seguintes:
Não Sócios:
Bancada Nascente Central - 50 euros
Bancada Nascente Lateral - 35 euros
Bancada Poente Central - 65 euros
Bancada Poente Lateral - 50 euros
Topo Sul - 35 euros
Isto, quando há pouco tempo o porto se deslocou a Olhão e teve estes preços visíveis na imagem abaixo. Comparem:

Como e por que razão é que a Liga não toma medidas?
Sem stresses... está tudo controlado!!!
Abraço a todos!
P.S. À hora a que escrevo isto, o porto ganha merecidamente por 2-0 ao guimarães, o porto tornou um jogo que poderia ser difícil num jogo tranquilo e que ganhará sem problemas! No entanto, gostaria de questionar a falta de atitude da equipa do guimarães... Será que se esgotou à duas semanas na Luz? Humm... Paulo Sérgio, será mais um a tentar agradar ao dono?
O clube satélite e submisso do porto no sul de Portugal (para além do Setúbal) pratica preços proibitivos e que mereciam bancadas vazias. Mais uma forma de tentar afastar os adeptos do Benfica da sua equipa.
Para o jogo com o Benfica, os preços que serão praticados são os seguintes:
Não Sócios:
Bancada Nascente Central - 50 euros
Bancada Nascente Lateral - 35 euros
Bancada Poente Central - 65 euros
Bancada Poente Lateral - 50 euros
Topo Sul - 35 euros
Isto, quando há pouco tempo o porto se deslocou a Olhão e teve estes preços visíveis na imagem abaixo. Comparem:
Como e por que razão é que a Liga não toma medidas?
Sem stresses... está tudo controlado!!!
Abraço a todos!
P.S. À hora a que escrevo isto, o porto ganha merecidamente por 2-0 ao guimarães, o porto tornou um jogo que poderia ser difícil num jogo tranquilo e que ganhará sem problemas! No entanto, gostaria de questionar a falta de atitude da equipa do guimarães... Será que se esgotou à duas semanas na Luz? Humm... Paulo Sérgio, será mais um a tentar agradar ao dono?
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Na máxima força...
Força Máxima para Guimarães!
Para quem não percebeu o "porquê" daquela confiança toda do professor Juju..espero que fique agora esclarecido.

O Sâusita é a nojeira que toda a gente igualmente reconhece. Com aquele sorrisinho de alien-traveco apaneleirado prepara-se para mais uma apitagem de categoria...
Tudo tem uma lógica... um árbitro reconhecidamente do porto para um jogo do porto... um árbitro da cidade de braga... para o jogo do Benfica!
Porto Campeão, Já! É escusado o resto do pessoal andar a cansar-se!
Para quem não percebeu o "porquê" daquela confiança toda do professor Juju..espero que fique agora esclarecido.

O Sâusita é a nojeira que toda a gente igualmente reconhece. Com aquele sorrisinho de alien-traveco apaneleirado prepara-se para mais uma apitagem de categoria...
Tudo tem uma lógica... um árbitro reconhecidamente do porto para um jogo do porto... um árbitro da cidade de braga... para o jogo do Benfica!
Porto Campeão, Já! É escusado o resto do pessoal andar a cansar-se!
Um "bielorusso" na RTP
O jogo do Benfica para a Liga Europa começou ás 18h. Pelo facto de ter saído tarde do trabalho não tive oportunidade de ver o jogo, vai daí, á que ver o resumo na RTP à noite... Até aqui tudo normal!
No entanto, sou obrigado a tecer alguns considerandos sobre um vesgo de um incompetente “jornalista-repórter” da RTP, que quando comenta os jogos do Benfica, manifesta um sentimento tão baixo em relação ao meu Clube que já era tempo de alguém pôr esse gajo na ordem.
Já hoje, no Jornal da Tarde, dando continuidade à performance de ontem à noite, esse parcial e consequentemente péssimo e incorrigível profissional não alterou uma linha às lastimáveis bacoradas que proferiu no dia anterior.
A direcção Geral da RTP, não a desportiva - esta está infestada de uma corja vassala do grémio condenado por corrupção - deverá urgentemente chamar esse faccioso anti-Benfiquista à pedra e condenar as suas delirantes intervenções, autênticos abortos jornalísticos.
Apenas um exemplo...
Nos seus comentários enviesados, disse, muito lesto, que o BATE e o seu jogador que atirou à barra num livre directo, tiveram “manifesta infelicidade no remate”. Quando teve de “analisar” o golo do BATE, veio com a manhosa conversa de que Miguel Vítor “tocou de cabeça a bola para a baliza”. Para ele não foi nenhuma tabela involuntária fortuita ou azarenta, nem foi “por manifesta infelicidade” que a bola entrou. Expressou habilidosamente uma pressuposta, mas falsa intencionalidade do jogador do Benfica em cabecear a bola para onde quer que fosse.
Mas este gajo anda a ver o quê?
A televisão pública não pode de maneira nenhuma albergar incompetentes, incapazes de manter a isenção e elevação próprias da sua deontologia profissional.
Esse triste chama-se Pedro Martins.
No entanto, sou obrigado a tecer alguns considerandos sobre um vesgo de um incompetente “jornalista-repórter” da RTP, que quando comenta os jogos do Benfica, manifesta um sentimento tão baixo em relação ao meu Clube que já era tempo de alguém pôr esse gajo na ordem.
Já hoje, no Jornal da Tarde, dando continuidade à performance de ontem à noite, esse parcial e consequentemente péssimo e incorrigível profissional não alterou uma linha às lastimáveis bacoradas que proferiu no dia anterior.
A direcção Geral da RTP, não a desportiva - esta está infestada de uma corja vassala do grémio condenado por corrupção - deverá urgentemente chamar esse faccioso anti-Benfiquista à pedra e condenar as suas delirantes intervenções, autênticos abortos jornalísticos.
Apenas um exemplo...
Nos seus comentários enviesados, disse, muito lesto, que o BATE e o seu jogador que atirou à barra num livre directo, tiveram “manifesta infelicidade no remate”. Quando teve de “analisar” o golo do BATE, veio com a manhosa conversa de que Miguel Vítor “tocou de cabeça a bola para a baliza”. Para ele não foi nenhuma tabela involuntária fortuita ou azarenta, nem foi “por manifesta infelicidade” que a bola entrou. Expressou habilidosamente uma pressuposta, mas falsa intencionalidade do jogador do Benfica em cabecear a bola para onde quer que fosse.
Mas este gajo anda a ver o quê?
A televisão pública não pode de maneira nenhuma albergar incompetentes, incapazes de manter a isenção e elevação próprias da sua deontologia profissional.
Esse triste chama-se Pedro Martins.
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