
Depois de ter andado meses a ganir fazendo eco dos desvarios reles, tolices e “ironias finas” do homem que recebe impunemente árbitros em casa nas vésperas dos jogos. Depois de ter tentado, de forma intelectualmente desonesta, desvalorizar o mérito que o Benfica teve na vitória do campeonato transacto. Depois de não sei quantas entrevistas a gritar que a vitória do Benfica se devia aos túneis, à comissão de disciplina, à comissão de avaliação da importância histórica da Nau Catrineta e à viúva do soldado desconhecido. Depois de tanta falta de vergonha em cada um dos dentes com que tentava denegrir o clube que durante anos lhe deu de comer, Jesualdo Ferreira, finalmente, reconheceu o que todos os que andam de cabeça erguida no futebol português já haviam reconhecido: o Benfica foi campeão porque foi melhor.
Finalmente, Jesualdo diz “Não fomos tão competentes como nos anos anteriores e houve duas equipas, nomeadamente a que foi campeã, que foi mais competente.”
Para a história fica este reconhecimento tardio dos méritos próprios do Benfica por parte de um dos grandes derrotados da época passada.
[Noto, com satisfação, que Jesualdo Ferreira se recusa a nomear o Benfica. A satisfação advém do facto de eu não gostar de ver o nome do meu Clube na boca de gente ingrata]
Ironicamente, pedem o reconhecimento do vosso mérito no ano transacto quando à cerca de 30 anos que não são capazes de reconhecer o mérito nacional e internacional do vosso adversário.
ResponderEliminarCaro amigo, as imagens, os vídeos e os sons estão espalhadas por essa Internet fora, basta pesquisar.
ResponderEliminarSugestão: www.youtube.com
As imagens, os videos e os sons que constituem os vários processos judiciais abertos e arquivados e novamente abertos e novamente arquivados sem qualquer condenação, basta pesquisar.
ResponderEliminarSugestão: www.google.pt
É por demais evidente que as provas estão no youtube.
ResponderEliminarMas os tribunais decidiram iliba-lo, se por um lado, o Rodolfo têm razão, o Zeca também têm. O problema reside na justiça que temos, e como é está que temos nada a fazer.
Mas o Dr. Carlos (agora advogado de pleno direito) pode fazer um comentário mais fundamentado sobre o assunto.